
Vereador pede intervenção da Prefeitura na região de Santa Teresinha
Evento promovido pelo Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência reuniu as coautoras do livro “Pessoas & dEficiência”
Palestras tiveram transmissão ao vivo com tradutor de libras
Crédito: Davi Negri - MTB 20.499O preconceito é a maior barreira entre todas as outras que envolvem pessoas com deficiência, de acordo com a educadora Carolina Ramos Rezende, que participou de palestra do Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência nesta quarta-feira (10), junto às coautoras do livro “Pessoas & dEficiência”.
O encontro aconteceu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Piracicaba, por iniciativa do vereador André Bandeira (PSDB), e reuniu a pedagoga Fabiane Favarelli Navega e a médica pediatra Fabiana Romero Corrêa Salvador. O evento contou com transmissão ao vivo pelos canais da Câmara no YouTube e Facebook, com tradutor de libras.
A proposta do fórum é apresentar um canal onde profissionais da área, familiares e pessoas que conhecem e vivenciam questões das pessoas com deficiência possam contribuir com informações para a conscientização sobre o assunto. “Precisamos apontar dificuldades e propor soluções e caminhos”, disse o vereador André Bandeira.
As palestrantes contribuíram para produção do livro que reúne pesquisas sobre temas como as altas habilidades e a superdotação; a educação inclusiva e a educação especial na perspectiva inclusiva; a visão do médico e a expectativa da família sobre a inclusão escolar. A pedagoga Fabiane destacou que é necessário a desmistificação da condição para identificar a superdotação em crianças e promover a inclusão de acordo com a necessidade de cada uma.
“A importância de se identificar é entender como essa criança aprende, o que ela precisa para se desenvolver e para que no futuro ela possa ser uma pessoa bem resolvida, feliz e possa contribuir com a sociedade”, disse a pedagoga. Fabiane explicou que a habilidade acima da média, a criatividade e o comprometimento com a tarefa são três características presentes nessas pessoas, que compõem 5% da população mundial, ou seja, a cada 20 pessoas, uma tem superdotação.
O encontro também proporcionou abordagens sobre a necessidade de trabalho de equipe entre profissionais da saúde e da educação para identificar possíveis deficiências e contribuir com diferentes métodos de aprendizagem para o aluno. “É necessário que o médico faça parte da equipe multidisciplinar que acompanha aquela criança na escola”, disse a médica pediatra Fabiana Salvador. A pesquisadora explicou que o diagnóstico médico nem sempre é tão simples de se fazer e por isso é necessário traçar um plano específico para atender a criança ainda que ela não tenha um laudo médico.
Aspectos da educação inclusiva também receberam destaque durante as palestras. “A educação inclusiva é muito mais ampla do que apenas a educação para as pessoas com deficiência, transtorno de aprendizagem ou altas habilidades e super dotação, ela abrange toda a diversidade presente dentro da escola”, explicou a educadora Carolina Videira. De acordo com a pesquisadora, uma das características da escola inclusiva é, por exemplo, falar sobre diversidade em reuniões de pais e propor ações anti-violência.
“A escola apresenta ainda, como a sociedade, diversas barreiras para essa educação inclusiva temos barreiras arquitetônicas, barreiras de comunicação, pedagógicas e a barreira formativa (...) mas ainda a barreira mais difícil de ser transposta é barreira atitudinal, que é o preconceito com esse público alvo das pessoas com deficiência”, disse Carolina.
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