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A categoria relata que a impossibilidade de utilizar motocicletas para as entregas por causa de lei federal, tem impactado causam um impacto financeiro significativo
Um grupo de distribuidores de água mineral foi recebido pelo vereador Cássio Luiz Barbosa (PL), o Cássio Fala Pira, para relatar as principais dificuldades que a categoria enfrenta devido à quantidade excessiva de multas recebidas e a inviabilidade de se adequar à lei federal nº 12.009, de 29 de julho de 2009. A reunião foi realizada na manhã desta terça-feira (25), na Câmara Municipal e teve a participação do Secretário Municipal de Segurança Pública, Trânsito e Transportes, Odair Melo, e o superintendente da secretaria, Eliezer de Castro.
A lei 12.009 de 2009 regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros, “mototaxista”, em entrega de mercadorias e em serviço comunitário de rua, e "motoboy”, com o uso de motocicleta. Essa legislação permite que o transporte do gás de cozinha e de galões contendo água mineral, desde que com o auxílio de sidecar (dispositivo de única roda acoplado ao lado do veículo), nos termos de regulamentação do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito).
Os distribuidores de água argumentam que a aplicação da lei é inviável porque trabalhar com sidecar dificulta a realização de entregas no centro da cidade, devido à impossibilidade de transitar e estacionar o carro em locais movimentados, além da dificuldade de entrega em vielas e ruas om pouca largura para circulação de veículos. Além disso, os custos desses equipamentos de transporte variam entre quatro e cinco mil reais.
Segundo os distribuidores, a moto é mais viável porque o custo é menor e a utilização de outros veículos diminui o lucro que os distribuidores recebem pelo galão de água.
O distribuidor Luis Otávio Fonseca de Araújo relatou as dificuldades de utilizar outros meios de transporte, que não seja a moto, para as entregas. “Muitas vezes quando venho de carro, eu sou obrigado a mandar dois funcionários juntos. Um funcionário retira o galão de água para fazer a entrega e enquanto isso, o outro circula com o carro para retornar”.
O distribuidor ainda relata a queda da qualidade do serviço: “quando um cliente fazia um pedido para ser entregue no centro, ele era atendido em 40 minutos, meia hora, e hoje ele é atendido uma vez por dia, porque estou indo ao centro de carro ou com um triciclo (sidecar), que é um veículo pesado, um veículo grande que não consegue estacionar e que não dá para vir ao centro toda hora.
Multas - A quantidade excessiva de multas recebidas é uma das principais reclamações dos distribuidores. Eles relataram durante a reunião que alguns deles receberam mais de 25 multas em um curto espaço de tempo.
Legislação – Está tramitando na Câmara do Deputados o projeto de lei 2467/2021 que permite o transporte de gás e água mineral em motocicletas sem o uso de sidecar.
O secretário de trânsito e transportes, Odair Melo, declarou que a lei municipal não pode sobrepor a lei federal e afirmou que assim que a lei 12.009 de 2009 for revogada e for o aprovado o projeto de lei 2467/2021, “governo, o estado e o município podem trabalhar em conjunto”.
O vereador Cássio Fala Pira lamentou a situação dos distribuidores de água, e se comprometeu a dialogar, em Brasília, com deputados federais para avançar as discussões e resolver o problema quanto antes. “A PL 2467/2021 está parada há três anos. Está na hora de colocar ela para realmente funcionar e essas pessoas poderem trabalhar o seu comércio, no seu dia a dia”, afirmou.
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