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Formado por assessores parlamentares e servidor da Casa, comitê apresentou propostas para descarte regular de resíduos na Casa.
A convite do vereador Pedro Kawai (PSDB), coordenador do Grupo Interno de Trabalho (GTI) do programa Parlamento Aberto, a Comissão Permanente de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável definiu um comitê, formado por assessores parlamentares, para atuar na continuidade do projeto Câmara Sustentável.
Na primeira reunião, na manhã de segunda-feira (19), participaram Aline Gallo e Jhoão Scarpa, membros do gabinete da vereadora Silvia Morales (PV), do mandato coletivo “A Cidade é Sua”, Larissa Fabiano, assessora de Ana Pavão (PL) e Bruno Oliveira, representante do GTI. Ainda faz parte do grupo Maykon Barbon, assessor da Alessandra Bellucci (Republicanos).
Bruno explicou os pilares do Parlamento Aberto, baseados em transparência pública, participação popular, tecnologia e inovação, e apoio aos programas voltados à educação para a cidadania já instituídos na Casa, como Câmara Inclusiva e Câmara Sustentável.
Aline Gallo lembrou que já existe na Casa a Resolução 5/2018, que dispõe sobre a coleta seletiva dos resíduos produzidos nas dependências da Câmara. “Precisamos pensar em uma forma de capacitar os funcionários e gabinetes para que a resolução funcione”, disse, ao lembrar ainda da lei municipal 412/2020, que trata do PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos). “É preciso fazer a destinação correta dos resíduos para se adequar a essa lei, o que também inclui a Câmara Municipal”, acrescentou.
Larissa reforçou a necessidade de instruir as pessoas quanto ao descarte de materiais. “Seria uma ótima ideia conscientizar as pessoas com figuras ilustrando quais objetos podem ser descartados nos determinados coletores de resíduos, pois essa informação visual facilita muito na hora do descarte corretos”, destacou.
Após a apresentação e discussão das primeiras sugestões, o grupo encaminhou ações práticas, como levantamento da quantidade e dos valores gastos com materiais descartáveis, pilhas e sacos de lixo. “A redução desse tipo de material descartável, como copos plásticos, trará impacto positivo tanto para a economia da Casa quanto ao meio ambiente”, observou Jhoão Scarpa, sugerindo a criação de campanha de popularização do programa dentro da Câmara.
“Sabemos que, infelizmente, muitas pessoas não tem a cultura de fazer a separação dos resíduos ou de abrir mão da utilização de descartáveis. Mas podemos trabalhar para conscientizá-las sobre sustentabilidade para nosso espaço de trabalho”, destacou Bruno.
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